Na tentativa de auxiliá-lo na compra ou atualização do seu microcomputador,
apresentamos aqui algumas sugestões e dicas sobre o que pode ser, hoje, o ideal
para seu consultório ou mesmo para sua residência, tentando sempre levar
em consideração a finalidade do equipamento.
São alguns pontos básicos a serem considerados: garantia, assistência técnica, confiabilidade do fabricante, relação custo-benefício e capacidade de expansão ("upgrade"), o que muitas vezes pode ser o fator decisivo. Em função da rápida evolução da tecnologia, outra questão importante é se o equipamento não está com sua configuração defasada para as novas possibilidades que a informática oferece, o pode ocorrer em menos de um ano, atualmente.
A questão da marca:
O ponto de partida para a compra de um micro é decidir se
ele deve ter ou não uma marca conhecida. Micros com "grife"
são fabricados integralmente por grandes empresas, como por
exemplo a IBM, a Compaq, a Unisys, a Itautec, sendo geralmente mais caros.
Já os sem grife são montados por empresas, chamadas de
integradoras ou montadoras, que usam componentes de uma
empresa e periféricos de outra, ou seja, aceitam
peças de qualquer fabricante. Isto os torna mais flexíveis e
barateia a atualização tecnológica periódica do micro.
O usuário pode procurar pelo menor preço, não ficando restrito à
empresa na qual comprou o micro. As modificações nos micros com grife
podem ser mais caras, pois as peças que não são instaladas ou trocadas
pelo próprio fabricante não têm a garantia do mesmo. Além disso, é possível
um micro de grife apresentar um número restrito de "slots" (local onde se encaixam as placas), o que restringe sua expansão.
As grifes têm um nome a zelar e por isso possuem um melhor controle de qualidade, com certificado de garantia ISO 9000, e tecnologia
de ponta. O tempo de garantia é em geral maior (por volta de três anos para CPU e um ano para o monitor), e há melhores opções de financiamento.
Atualmente, algumas integradoras passaram a oferecer garantia (de até dois anos, sendo um ano para a máquina, dois para mão-de-obra e preservam a garantia do fabricante para o monitor que pode chegar até três anos), além de oferecerem assistência técnica e até financiamento, como forma de atrair clientela.
Procure sempre fazer negócio com pessoas da sua confiança, já que elas podem utilizar componentes de qualidade inferior, inclusive peças que não foram aprovadas pelo controle de qualidade.
Quanto a comprar no contrabando, não recomendamos, pois corre-se o
risco de as peças não sejam de boa qualidade, e de não terem sem garantia.
Assim, muitas vezes o barato pode sair caro, além de ser ilegal
(e perigoso ter um micro sem nota fiscal no escritório).
É importante checar todos os componentes incluídos no preço,
inclusive monitor, mouse e teclado. Em geral, os grandes
fabricantes oferecem seus produtos em pacotes fechados,
deixando poucas opções de escolha, enquanto que as montadoras permitem
que você monte seu micro em função de seu gosto ou necessidade.
Às vezes, num micro com grife o processador é excelente, há boa
quantidade de memória RAM, mas o disco rígido é pequeno e a memória de vídeo é insuficiente.
Pensando nisso, atualmente as grandes empresas vêm oferecendo um número de configurações diferentes, permitindo a escolha de um conjunto equilibrado.
Definindo a máquina ideal:
Vamos definir agora algumas especificações importantes para a
escolha do microcomputador, lembrando sempre que estas mudam muito rapidamente.
Gabinete: de acordo com o espaço disponível você pode optar por um modelo minitorre (posicionado verticalmente ao lado do monitor) ou um do tipo monobloco ou desktop (posicionado horizontalmente), sendo que este último ocupa um maior espaço na sua mesa. Quanto aos dispositivos de discos ("drives") , o de três polegadas é imprescindível, já que seu respectivo disquete ainda é muito utilizado.
Monitor: um super VGA colorido com placa de vídeo de 4 a 8 megabytes (MB) de memória interna melhora a velocidade de processamento de imagens, beneficiando aplicações de entretenimento tipo os jogos ou quem quer trabalhar com multimídia. Embora as telas de 14' e 15' estejam de bom tamanho para atender às necessidades requeridas pela maioria, para o profissional que trabalhe com imagens é aconselhável um monitor de 17', que melhora a visualização das imagens. O preço deste monitor está começando a baixar o suficiente para torná-lo uma alternativa viável.
Placa-mãe: Esta é a placa de circuitos que contém a maioria dos componentes centrais do micro (processador, memórias, relógio, interfaces com periféricos, etc.). É importante também que ela (no caso em que esta não vem com nenhum periférico integrado) possua de 6 a 8 pentes de expansão ("slots"), que são necessários para adicionar posteriormente outros periféricos. Procure por placas-mãe com um barramento AGP, pelo menos um ISA e os demais PCI. Observe que o padrão ATX permite que as placas ISA e PCI podem ser de tamanho completo.
A instalação de uma placa-mãe ATX não é muito trabalhosa, graças a bem organizada colocação dos vários componentes no interior do gabinete.
- As placas ATX dispõem de um soquete que reúne todos os conectores e que deve ficar na parte traseira da CPU. Em seguida se colocará a tampa do gabinete.
- Uma vez encaixada a placa na lateral do gabinete, é necessário certificar-se de que os respectivos orifícios coincidam. Em alguns deles deverão ser colocados separadores com rosca metálica, que serão utilizados para prender a placa posteriormente, quando ela for aparafusada no ganinete. Em outros desses orifícios deverão ser colocados separadores de plástico.
- A placa-mãe será colocada agora no interior do gabinete e aparafusada no chassi da CPU. Em primeiro lugar devem-se encaixar todos os conectores da parte traseira do computador. Depois se instalará a placa em sua posição correta, fizando-a com os parafusos que sejam necessários.
- O cabo flat que liga o drive de disquete com a placa-mãe tem algumas faixas que se cruzam na extremidade a ser conectada àquele drive. Para que o cabo fique corretamente orientado, o lado do cabo marcado em vermelho (ou por um desenho ou mesmo outra cor) deverá ser o situado mais próximo da entrada de alimentação. A outra extremidade deve ser inserida no único conector da placa-mãe no qual ele pode se encaixar, colocando a lateral marcada do cabo o mais perto possível da entrada de alimentação da placa-mãe. Também se deverá conectar o cabo de alimentação do drive de disquete.
- Os drives de CD-ROM e os discos rígidos podem compartilhar o mesmo bus e, portanto, compartilhar também o cabo de conexão com a placa-mãe. A posição desse cabo deve seguir a mesma norma de orientação do cabo de dados do drive de disquete, com a extremidade marcada ficando perto da entrada de alimentação. Enquanto o disco rígido deve ser ligado no conector identificado como IDE-1, o drive de CD-ROM deverá usar um outro cabo e ser conectado no soquete identificado como IDE-2.
- O próximo passo é a instalação das placas de expansão. Normalmente colocam-se em primeiro luguar as placas ISA, em seguida as PCI e, ao final, a placa gráfica AGP. Não se esqueça de aparagusá-las firmemente.
- Os cabos correspondentes ao painel frontal são conectados à placa-mãe. Geralmente eles são identificados, tanto na placa-mãe como neles mesmos, como Reset switch, HDD led, Power led e Speaker.
- Por fim são conectados o cabo de alimentação da placa-mãe e os diversos cabos que alimentam as unidades de armazenamento e aparafusando-se a fonte de alimentação no gabinete.
CPU: Também chamado de processador, este chip é fundamental para definir o desempenho do micro. CPU significa Central Processing Unit (Unidade Central de Processamento). As marcas principais são AMD e Intel. A velocidade de processamento ("clock") é um parâmetro importante de escolha, em função do preço e das necessidades. Atualmente, começam em 500 MHz e vão até 1 GHz. A marca AMD tem preço inferior ao da Intel, o que poderia representar uma redução dos custos na compra do microcomputador.
Memória RAM: É a memória central, de acesso eletrônico, também um ponto fundamental na definição do desempenho do micro, tanto em velocidade quanto em capacidade. Atualmente, vale apenas comprar o micro com uma capacidade inicial de 64 MB, mas recomendamos uma de 128 MB. Isto vai depender do quanto você quiser gastar, pois quanto maior a memória RAM, melhor. Verifique também se o micro tem capacidade de expansão da RAM, necessária para uma atualização.
Disco rígido (hard disk ou winchester): um mínimo de 20 GB de capacidade é recomendável, mas já existem drives, com preços razoáveis, de 30.0 e 40 GB. A interface de controle também é importante, pois define a velocidade de acesso ao disco. Procure um disco que utilize a interface Enhanced IDE para aumentar o desempenho e reduzir o custo.
Zip Drive: esta é uma alternativa barata para ter backup (fazer cópias de segurança do conteúdo importante do seu disco rígido), bem como para transporte de arquivos muito grandes. Esse dispositivo funciona como um disquete, tendo porém uma velocidade de acesso de disco e capacidade de armazenamento bastante superior, utilizando discos de 100 MB a 350 MB. Um outro modelo, chamado Jazz, tem a capacidade de até 1 GB. O drive pode conectar-se à um conector IDE interno ou à saída paralela de qualquer PC, o que o torna portátil, podendo inclusive ser usado para o transporte de dados entre seu consultório e sua residência.
CD-ROM e placa de som: Praticamente todos os micros, atualmente, já vêm com o kit de multimídia instalado, que inclui uma placa de som de 32 ou 64 bits (esta última permite som estereofônico de alta fidelidade), microfone, caixas de som estereofônico e um drive de CD-ROM. Para este último, quanto maior a velocidade melhor, que é definida em termos de número de vezes da velocidade padrão. Atualmente os drives de 48 e 52 vezes são os ideais. Se o micro que você escolheu não tem, seria bom comprar um kit para instalação, mas recomendamos que a mesma seja feita por um profissional experimentado.
Instalando um CD-ROM ...
- Antes de instalar o drive de CD-ROM é necessário configurarmos corretamento os jumpers para determinarmos se o leitor de CD será um Master Secundário (sugerida) ou um Slave do Primário.
- Tanto o BIOS quanto o sistema operacional irão reconhecer automaticamente a nova unidade.
- O terceiro passo é conectar o cabo plano do bus IDE, o cabo de almentação elétrica e o cabo de áudio.
- Para finalizar, o drive de CD instalado deverá ser aparafusado ao chassi da CPU com firmeza, a fim de reduzir os ruídos e vibrações que podem ocorrer em leitores de CD-ROM de alta velocidade.
Se você possui um notebook que não tem um leitor de CD-ROM, uma boa opção é adquirir um drive de CD-ROM externo que por não ser usado de maneira contínua, não aumentaria uito seu peso nem o consumo de energia. Ele seria ligado ao seu PC portátil apenas quando fosse preciso.
Limpando os CDs ...
Existem basicamente três maneiras para limpar CDs:
- A mais eficaz para para tirar o pó acumulado é usar um frasco de ar comprimido, este método expulsará a sujeira sem danificar a superfície do disco.
- Para um limpeza mais intensa pode-se usar um pano seco que não solte fiapos. O pano deve ser passado suavemente sobre a superfície do disco, com movimentos em linha reta, do centro do disco para o exterior.
- É o procedimento anterior (nº 2) acrescido de um líquido especial para limpeza de CDs.
CD-RW: permite gravar um CD-ROM e regravá-lo, com capacidade de 650 MB, esta é uma ótima opção para quem deseja gravar grandes quantidades de dados para preservação permanente (bancos de imagens e CDs de música, por exemplo), os gravadores CD-RW funcionam para a leitura, gravação e regravação, mas geralmente são mais lentos que o CD-ROM só de leitura. Procure comprar uma boa marca, como a Hewlett-Packard (HP), LG, Sony ou Creative para não ter problemas.
DVD (Digital Versatile Disc, disco versátil digital): é uma evolução da tecnologia desenvolvida e empregada nos compact discs (CDs). A sigla DVD representa um suporte de armazenamento de grande capacidade, ligado a uma série de normas e padrões.
Enquanto um CD é capaz de armazenar apenas uns 650 MB, o que equivale a 74 minutos de som digital de alta qualidade, um disco DVD, com o mesmo tamanho e aparência de um CD, pode abrigar até 17 GB de dados.
Uma das aplicações principais do DVD é no armazenamento e reprodução de vídeos ou filmes de formato digital por meio de suporte DVD-Vídeo. Um DVD-Vídeo pode conter um mínimo de duas horas de vídeo de alta qualidade. As sequencias contidas por um DVD-Vídeo são obtidas por meio de um complexo sistema de digitalização e compressão dos sinais de vídeo e sons analógicos digitais.
Instalando um kit DVD-ROM ...
- O kit mínimo de DVD-ROM é composto de um leitor de discos DVD, uma placa decodificadora de vídeo e os diferentes cabos de conexão e drivers.
- A placa descompressora MPEG-2, além de incluir o hardware necessário para reproduzir sequências de MPEG-2 e discos de DVD-Vídeo, vêm acompanhadas de diversos conectores de saída, que permitem ver as imagens por um monitor de computador ou tela de TV.
- Um leitor de DVD-ROM pode substituir ou acompanhar o leitor de CD-ROM instalado previamente. As conexões e configurações de um DVD-ROM com conexão IDE são exatamente iguais às de um CD-ROM.
- A localização e conexão da unidade DVD-ROM no bus IDE deve permitir o uso de um modo de transferência DMA. Quando o leitor de DVD-ROM substitui o de CD-ROM, ele pode ser conectado ao segundo canal IDE como unidade principal; mas, se tiver que coexistir no bus IDE com um disco rígido e um leitor de CD-ROM, será melhor instalá-la no primeiro canal, como unidade escrava do disco rígido. Isso não degrada muito a capacidade de transferência do disco rígido, pois os leitores de DVD-ROM usam modos de transferência DMA, que não desativam essa característica se forem ligados no mesmo canal.
- A unidade de DVD-ROM deve ser instalada numa baia livre de 5 1/4". Dependendo do desempenho do DVD-ROM torna-se recomendável substituir o leitor de CD-ROM por um DVD-ROM.
- Em geral, o cabo de áudio interno do leitor de CD-ROM ou DVD-ROM é conectado à entrada CD-Áudio da placa de som. Ao instalar uma placa MPEG-2, o cabo de áudio deve conectar a entrada da placa de som à saída de áudio da placa descompressora. O kit deve conter dois cabos de áudio extras, que serão usados para conectar os leitores DVD-ROM e CD-ROM instalado às entradas de som CD-IN da placa MPEG-2.
- Recomenda-se conectar os cabos de áudio antes de inserir a placa MPEG-2 em seu slot de expansão. Quando todas as conexões de som internas estiverem feitas, deve-se tentar arrumar os cabos e colocá-los bem longe dos cabos de alimentação e de dados. Deve-se fazer isso porque os campos elétricos ou trasmissões em frequências muito altas, podem gerar interferências e ruídos indesejáveis no sinal transmitido pelos cabos de áudio.
- A imagem gerada pelas placas MPEG-2 pode ser vista numa janela pelo método de sobreposição. O conector de saída da placa de vídeo deve ser ligado não ao monitor, mas à placa MPEG-2, por meio do cabo fornecido com o kit, de modo que possa sobrepor as imagens que descomprime diretamente sobre o sinal de vídeo. Por sua vez, o monitor deve ser conectado à placa MPEG-2 para receber o sinal de vídeo do PC com a janela de imagem MPEG-2 sobreposta.
- Como ocorre com qualquer dispositivo plug & play, ao ligar o micro á contendo a placa MPEG-2 terá início o processo de instalação, que irá pedir os drivers (controladores). Já os leitores de DVD-ROM para bus IDE não pedem nenhum driver específico, pois usam o driver genérico do leitor de CD-ROM.
- Depois que os drivers estão instalados, passa-se à instalação do software específico da placa descompressora. Cada placa utiliza um determinado programa para reproduzir sequências MPEG-2 ou discos DVD-Vídeo, embora também seja comum instalar um driver MCI que permite utilizar a placa a partir de outros aplicativos. Durante a instalação, deve-se ajustar a região DVD-Vídeo da placa. Em geral, esse parâmetro só pode ser alterado um número limitado de vezes.
- Com frequência, ao reproduzir discos DVD-Vídeo ocorrem problemas de lentidão ou saltos e descontinuidades nas imagens e no som. Isso se dá porque o leitor de DVD-ROM não atinge a taxa de transferência exigida para uma correta reprodução. O problema é solucionado com a ativação do modo de acesso DMA, dentro da configuração do leitor DVD-ROM, na janela Propriedade do Sistema.
Impressora: se você necessitar de impressos coloridos em sua empresa, a impressora mais adequada seria a de jato de tinta coloridas. Há basicamente dois tipos: a impressora na qual só pode haver um cartucho de tinta de cada vez, e para imprimir colorido é necessário trocá-lo. São impressoras menores e mais baratas, por exemplo a HP Deskjet 400 a Canon BJC 240. O segundo tipo de jato de tinta é aquele na qual convivem os cartuchos preto e colorido, entre elas destacamos a HP Deskjet 640C, 840C e 930C, a EPSON Stylus COLOR 480 e 777, a Lexmark Z32 (USB e paralela) ou ainda a Canon BJC 4200. Caso contrário, uma impressora laser de baixo custo pode ser útil, uma vez que não borra com água e apresenta uma qualidade de impressão melhor. Boas opções são as impressoras HP e Xerox.
Fax-modem: o modem é um dispositivo importante para acesso à Internet, ou para uma conexão remota direta entre sua residência e o seu escritório. Pode ser interno ou externo, geralmente, que permite acesso de voz, fax e rede. É indicado um modelo com velocidade de transmissão mínima de 56 Kbps, além de compressão de dados e correção de erro no hardware. Uma marca bastante conhecida é a 3COM/USRobotics, sendo outras boas opções como a Motorola e a Boca.
Placa de rede: Não é importante ter, se você pretende ter apenas um computador em casa ou no escritório. Se tiver mais de um, é fortemente recomendado que você faça uma mini-rede local, pois isso permitirá não só a intercomunicação entre os micros, mas também o compartilhamento de recursos (uma ou mais impressoras, zip-drive, CD-R, e até modem), barateando a instalação total. O sistema operacional Windows 98 ou ME permite a fácil instalação de uma rede local desse tipo. Você vai precisar apenas de uma placa de rede padrão Ethernet base 10 (10 Mb/s) ou 10/100 (Fast Ethernet) para cada micro, que custa bem pouco atualmente. Vai precisar também de uma quantidade suficiente de cabo coaxial ou de par trançado e terminais de conexão, que são baratos e podem ser encontrados facilmente. Se você pretende conectar mais de três computadores recomendamos o uso de par trançado CAT5 e o uso de um (ou mais) hub(s) para concentrar os cabos. Recomendamos que você chame um profissional para instalar a rede e deixar ela funcionando perfeitamente.